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Construção Civil

Setor da construção de Campinas (SP) demonstra recuperação na geração de emprego

Dados da pesquisa de emprego do setor da construção civil divulgados pelo SindusCon-SP em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), referentes ao mês de abril de 2017, revelam que Campinas (SP) tem demonstrado recuperação na contratações do segmento da construção.

10/07/2017

Dados da pesquisa de emprego do setor da construção civil divulgados pelo SindusCon-SP em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), referentes ao mês de abril de 2017, revelam que Campinas (SP) tem demonstrado recuperação na contratações do segmento da construção. Pelo segundo mês consecutivo, o munícipio registrou alta de 1,66% e atingiu a melhor colocação entre as cidades atendidas pela regional de Campinas. O superávit corresponde a 305 novas contratações em comparação com março de 2017. Neste mesmo período de comparação, Indaiatuba registrou a maior queda com -1,61%, seguido de Limeira com -1,49%. Na comparação com o mesmo período de 2016, a variação de Campinas fica em -10,63%, com queda de 2.226 vagas. Atualmente, o estoque acumulado de trabalhadores é de 18.724 pessoas com carteira assinada em Campinas. “A maioria das cidades atendidas pela pesquisa estão com índices em queda, pois vivemos a montanha russa política e os efeitos dela na nossa economia. Ainda assim, continuamos otimistas com relação a recuperação do setor e a melhora no índice de Campinas, que é referência na região, comprova isso”, pontua o diretor da Regional Campinas do SindusCon-SP, Marcio Benvenutti. 

O ritmo de queda do emprego na construção arrefeceu em abril, mas continuou em queda pelo 31º mês consecutivo. Foram eliminadas 874 vagas em todo o Brasil em abril, queda de 0,04% em relação a março. De acordo com a pesquisa, o estoque de trabalhadores no setor permaneceu na casa dos 2,47 milhões. Na comparação com abril de 2016, houve queda de 12,94%. Em outubro de 2014, primeiro mês de variação negativa, o estoque era de 3,57 milhões. Desconsiderando os efeitos sazonais*, a queda é de 0,90% em abril (-22.382).

(Com informações do Sinduscon-SP)


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