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Crédito Imobiliário

Economista do Secovi-SP analisa futuro do crédito imobiliário

O economista-chefe do Secovi-SP estima que o ano de 2011 se encerra com um volume próximo a 1,3 milhão de operações de financiamentos, dos quais 760 mil serão com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e 540 mil oriundos dos recursos da caderneta de poupança.

03/01/2012

O economista-chefe do Secovi-SP estima que o ano de 2011 se encerra com um volume próximo a 1,3 milhão de operações de financiamentos, dos quais 760 mil serão com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e 540 mil oriundos dos recursos da caderneta de poupança.

Para 2012, informa o economista, a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) estima que os recursos da poupança não suportarão uma expansão do crédito imobiliário em níveis de 30% a 40% ao ano, pois seus depósitos têm crescido de 15% a 20% ao ano.

Diante deste cenário e considerando outros pontos, argumenta, deve-se pensar se tanto os agentes financeiros, como os recursos serão suficientes para garantir o crédito imobiliário ou se será atingido o limite possível de operações.

Possibilidades Para contornar possíveis problemas, Petrucci aponta para a possibilidade de se adotar uma taxa variável nos financiamentos imobiliários, como acontece em outros países, o que, para ele, fará com que seja possível, em um futuro próximo, conviver com financiamentos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) a taxas de juros entre 4,5% e 8,16%; com recursos da poupança com taxas médias entre 9,5% e 10,5% ao ano; e com o uso de recursos oriundos de outras fontes, repassados aos índices do IPCA ou IGP-M + x% ao ano, por exemplo.

“Nesse último caso, inclusive, o governo federal poderia estudar a redução do pagamento dos juros anuais do financiamento na base de cálculos do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), como forma de incentivo ao comprador”.

Fonte: InfoMoney