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Brasil ocupa quarto lugar no ranking de sustentabilidade

O país ganha cada vez mais construções residenciais sustentáveis e se destaca no cenário mundial de sustentabilidade. Com uma nova certificação, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking de certificação LEED, principal plataforma utilizada para edifícios verdes com mais de 170 mil m² e presente em 165 países. Nosso país fica atrás apenas do Canadá, China e Índia. 

19/11/2017

O país ganha cada vez mais construções residenciais sustentáveis e se destaca no cenário mundial de sustentabilidade. Com uma nova certificação, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking de certificação LEED, principal plataforma utilizada para edifícios verdes com mais de 170 mil m² e presente em 165 países. Nosso país fica atrás apenas do Canadá, China e Índia. 

Só aqui no Brasil são mais de 1.000 projetos registrados e mais de 400 certificados, de acordo com informações do Green Building Council (GBC), órgão com dez anos de atuação e o maior certificador internacional no setor.

Essa certificação acaba sendo um incentivo e uma ferramenta de transformação de mercado, uma vez que funciona como medidor da iniciativa pública e privada em adotar esses sistemas para edificações de alto padrão e desempenho com relação à sustentabilidade.

E, como prova disso, segundo o diretor do GBC Brasil, Felipe Faria, apesar da crise, a construção sustentável apresentou um de seus melhores desempenhos em 2016, em questão de quantidade de projetos registrados em busca de certificado. Esse crescimento pode ser justificado pela ampliação do mercado de construções sustentáveis, que não se restringe a edifícios de alto padrão, mas sim se mostra presente em escolas, creches, hospitais, museus e residências.

Ainda de acordo com o diretor, os custos para construção de um edifício sustentável ficam entre 0% a 6% mais altos que uma construção comum. Mais elevados, mas nem tanto. Além disso, os custos de operação correspondem a cerca de 15% do total de uma construção tradicional, então os benefícios deste tipo de construção são muito claros e justificam esse investimento um pouco maior: economia de água, energia e redução de custos operacionais. Dessa forma, essas novas obras sustentáveis só aumentam, principalmente no setor residencial.

Com isso, todo mundo tende a ganhar em termos de redução de custos, preservação de recursos naturais e melhora na qualidade de vida: os moradores ou usuários dessas construções, a comunidade ao seu entorno, o meio ambiente e as gerações futuras, é claro!